sexta-feira, 25 de abril de 2008

minimas. talvez a vida se refaça. e de um dia pro outro [como se uma ponte restaurasse tudo] daí eu possa acordar com sorrisos no rosto, com o corpo leve e calmo, sem contrações e medos. somente com tanta força que me empurre e me faça correr pro mais longe... pra um lugar e mundo novos. eu espero. e quanto. e com que calma. que chega a ser absurdo aceitar essa minha lentidão em tornar as coisas possíveis e certas. será que em alguma parte de mim resta uma pessoa calma, feliz, paciente e certa. daquelas que entendem os erros dos outros, que aceitam esperar, que se apaixonam, reconhecem isso. e se entregam ou lutam por qualquer dessas coisas. talvez haja alguma coisa mais forte pela próxima rua dessa vida estagnada. talvez alguma emoção, alguém que saiba olhar e reconhecer qualquer coisa de bom. não adianta o espelho não mostra isso.

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