segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Prefiro George Cloney á Brad Pitt, champagne á cerveja e destilados, surpresas á encontros marcados.Prefiro piscina que praia, prefiro sinceridade á ironia. Prefiro arianos, mesmo que dê em briga.Gosto de declarações, mesmo que na hora errada. Gosto de impulsividade, mesmo que não dê em nada. Gosto de mudanças, mesmo que para isso diversas outras coisas devam ser deixadas de lado.Tomo banho com a água fervendo, faço birra quando não consigo o que quero, ás vezes falo mais do que deveria e já outras vezes nem falo nada.não gosto de onibus, mas ultimamente to andando muito de onibus.Gosto de chocolate amargo, não gosto de requeijão, leio muito antes de dormir e não me mexo muito quando durmo.Escolho a cor de esmalte de acordo com o meu humor, escolho namorados pela personalidade, escolho amigos pela lealdade.Sou capricorniana e só podia dar nisso: mimada, carinhosa, compreensiva,em busca sempre de perfeição,apegadisima as pessoas,ciumenta, mas muito, muito chata.Por vezes prefiro vermelho do que roxo, há dias que troco a coca por suco de uva, ás vezes substituo companhias, depende do clima.Leio de Machado de Assis até Khaled Hosseini. Assisto de desenhos animados até seriados previsíveis.Quero fazer faculdade de geografia, mas prestei letras e farmácia. Pretendo um dia também fazer teatro e ser mãe de dois filhos.não sei se prefiro amizade á amor,mas prefiro gratidão á compaixão. E ás vezes eu até prefiro dias de calmaria, aqueles que te faz enxergar o que você quer da vida. Os mesmos que te deixam feliz de verdade.Algumas coisas se inventam, outras coisas não dá pra fingir que não existem. Mas dependendo de quem você tem á seu lado tudo fica bem mais fácil.
'por que esperar se podemos começar tudo de novo, agora mesmo?'

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

"Mas não se pode agir assim, a amiga avisou no telefone. Uma pessoa não é um doce que você enjoa, empurra o prato, não quero mais. Tentaria, então, com toda a delicadeza possível, sem decidir propriamente decidiu no meio da tarde — uma tarde morna demais, preguiçosa demais para conter esse verbo veemente: decidir. Como ia dizendo, no meio da tarde lenta demais, escolheu que — se viesse alguma sofreguidão na garganta, e veio — diria qualquer coisa como olha, tenho medo do normal, baby.Só que, como de hábito, na cabeça (como que separada do mundo, movida por interiores taquicardias, adrenalinas, metabolismos) se passava uma coisa, e naquele ponto em que isso cruzava com o de fora, esse lugar onde habitamos outros, começava a região do incompreensível: Lá, onde qualquer delicadeza premeditada poderia soar estúpida como um seco: não. E soou, em plena mesa posta.

"Trecho do texto do Caio Fernando Abreu: Anotações insensatas.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Fica o vazio, após o tchau. Fica o fantasma, quando o concreto se vai. Ficam as marcas de poeira ao redor dos quadros e os longos fios substituindo o ar.
Ficamos eu e você, aqui e aí. Um vazio momentâneo, uma saudade permanente, uma dor que vai e vem, alternada com uma apaixonada e obcecada psicose, que só entende quem sente.
Mas vai passar.

é acabou de novo...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

hoje eu posso dizer que naquele lugar e com as pessoas que ali conheci eu passei os melhores momentos da minha vida. foram três longos anos que passaram voando(paradoxal). anos com a mesma rotina, com os mesmos habitos e com oscilações de humor surpreedentes. três anos de muitas provas, muitos nervosismos, muita raiva da dona chata Elena e etc. três anos de muitos barracos. o 2º e posteriormente 3º B causaram naquele Pop. sempre fomos a sala mais polêmica, problematica, mas em compensação fomos o terceiro mais legal e unido que já passou por aquela escola. sempre fomos odiados e ao mesmo tempo amados por todos(acho até que a dona chata Elena nos ama). a nossa união e o nosso companherismo apesar dos pesares era invejado por todos. resumindo nós somos o maximo dos maximos daquela escola.
torcemos tanto, contamos tanto os dias pra que acabasse e acabou. chegamos ao fim. muitos a partir de agora se dispersarão e ficaremos com eventuais conveniencias via orkut, tipo: -oi! quanto tempo! comoa nada a vida? e as novidades? saudade de você e dos tempos de Pop. mas nada alem disso, serão apenas eventuais conveniencias. já outros eu faço questão de nunca deixar sair da minha vida. algumas amizade feitas ali ou até mesmo antes serão eternas, pra sempre sempre. algumas pessoas eu NUNCA vou deixar se dispersar por ai.
lá eu encontrei amigos verdadeiros, os quais eu aprendi a amar e te-los como membros da minha família, como irmãos de coração e alma. irmãos que eu escolhi ter.
as boas lembranças e os bons momentos ficarão guardados pra sempre na memória e nos encontros dos fins de semana serão lembrandos por nós e aturados por nossos maridos e filhos. contaremos e recontaremos todas essas historias e aquela coisa toda de amigas de infancia depois de velhas que tenta relembrar tudo nos mínimos detalhes (assim que eu nos vejo daqui a alguns muitos anos. todo mundo fazendo comida e relembrando os tempos passados).
vou sentir muuita saudade de tudo que vivi ali. saudade das prova coletivas. das rec's coletivas. da sala de musica ( ô lugar que rendeu casais). da praça. dos almoços. dos sorvetes de pobre, enfim de tudo. vou sentir saudade das palhaças do Alex, do Renan e do Tavinho, das piadinhas sem graça e até de ser mordida e espancada.
foram anos extremamente validos e divertidos.
cada pessoa que passou na minah vida ali foi de extrema importancia. cada um e cada momento vai ficar guardadinho no meu coração.
Amoo todos que fizeram das minhas manhãs mais feliz.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

"(...) O que obviamente não presta sempre me interessou muito. Gosto de um modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no chão."
- C. Lispector